quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

enpestade geo maginetica provoca alerta na EUA
         
                                                                                                                                                                           Quando January Jones optou pela produção independente de seu filho, Xander, já provocou vários comentários vindos dos mais conservadores. Agora, um ano e meio depois do nascimento do pequeno, formou-se mais um reboliço em torno da atriz. Tudo porque ela resolveu aconselhar mulheres a consumirem sua própria placenta.
A técnica adotada pela loira não tem nada de superstição ou de nojenta. O material do órgão foi desidratado e transformado em cápsulas para que pudesse ser ingerido. "Eu sugiro a qualquer grávida", declarou, afirmando que a fórmula ajuda a prevenir a depressão pós-parto. Porém, depois de uma chuva de críticas, a estrela teve que explicar melhor a situação e para tirar as dúvidas dos mais indignados.
"Eu nunca deveria ter contado isso a ninguém, mas não é grave ou uma bruxaria. Também não estou colocando em um shake ou comendo a placenta crua", salientou January, visivelmente desconfortável com a situação. "É uma coisa muito civilizada, que pode ajudar a mulher contra a depressão pós-parto ou fadiga. Eu nunca me senti depressiva, triste ou pra baixo depois do nascimento do bebê. Então eu recomendo para qualquer mulher grávida", reiterou.
Formado pelos tecidos do óvulo, o anexo embrionário conduz todas as trocas de nutrientes e oxigênio entre o feto e a mãe. Normalmente descartado no momento do nascimento, órgão é conhecido por conter níveis elevados de vitaminas, especialmente a B6, diretamente ligada ao controle da depressão pós-parto. Além do combate da doença, especialistas também afirmam que as pílulas de placenta controlam as alterações de humor e insônia, deixando a nova mamãe muito melhor disposta.
oi pesual tudo bom com voceis eu vo comesa falado do conesido jatin biber sera que selena gomes goista meimo dele ou e so enterese pela  pupolozidade do pop estar